Há certo tempo, nas terras de Avalon , desde feito o tratado do Concilio com o grande Sir Astarck UCV, os elfos ainda estavam inseguros com os orcs e humanos, pois eram muito agressivos e instáveis, facilmente poderiam quebrar o código, pois como sabem, “não há mal que sempre perdure, nem bem que nunca se acabe”.
Um grande problema estava acontecendo, entre os elfos. Infelizmente estava correndo um boato que mesmo sendo dissimulado, viria a causar muito alvoroço, este dizia que Sir Astark U.C.V. (último cavaleiro vitorioso) estava preste a \deixar o cargo. Se isso ocorresse as probabilidades de Avalon ser invadida ou ter sua segurança abalada tornar-se-iam imensas, entretanto este não era o maior problema, mas sim, que os orcs poderiam, também, estar sabendo disto, podendo voltar a instigar uma guerrilha.
Os humanos, após a morte de seu Rei, estavam criando uma forma de segregação em sua terra, invadida no passada, com os orcs. Qualquer guerra que estourasse, eles não deixariam passar em branco, principalmente sem Sir Astark U.C.V. para selar o Tratado de Avalon, tudo se tornaria um caos. Sabendo disto, os elfos tentaram resgatar ordem no concílio, infiltrando na rede órquica, um espião para saber detalhes das informações que a raça tinha.
Uma terrível descoberta assolou os elfos, além de que já sabiam sobre isto, já estavam estipulando a data, e pior, aliando-se aos poucos drows, temendo a invasão, os elfos começaram um projeto, denominado como a Migração, eles convocaram os mais poderosos magos élficos e de grupos pacifistas, que estavam começando a surgir, para criarem portais para um novo mundo.
Nesta busca, encontraram Melmahat (Mel-má-rat), uma terra, aparentemente, desolada, um mundo de grandes florestas, com apenas um grande deserto, parecia não haver meio termo, como pradarias, nos pólos, apenas outra variação desértica, porém, no sudeste ocidental, havia uma raça, considerada apenas “bárbara”, “sem inteligência”, porém o que não sabiam é que esta era uma civilização completa, de grandes guerreiros, magos, engenheiros e médicos.
Os elfos brancos, ou altivos, como eram chamados pelos nativos, dominaram e escravizaram este povo, um povo cuja única diferença era a etnia. Eles eram azuis como o céu e seus cabelos variavam, desde o vermelho sanque, até o azul do mar. Em seus olhos brilhavam as cores, azuis, verdes, marrons, vermelhos e até mesmo brancos ou totalmente negros, prata ou dourado. A altura variava, aqueles poucos que viviam no deserto, possuiam um corpo robusto e baixo, enquanto os que viviam na mata eram mais altos e esguios, assim como os altivos elfos das montanhas.
Mesmo muito semelhantes, os altivos fizeram grandes barbáries, separando famílias, matando os que se opunham, não ligavam se eram crianças, jovens ou mulheres, apenas dizimavam. Acabaram com cidades inteiras e perseguiram os templos, queriam acabar com toda aquela cultura, tornando os elfos azuis nativos mais fáceis de dominar.
Depois de inúmeras batalhas e guerrilhas restaram algumas poucas cidades no interior da grande floresta, assim como algumas cidades que eram inalcançáveis dentro da secura inóspita do deserto.
Apesar de quase dizimados, os habitantes nativos destruíram o imperador e a principal colônia élfica, ou alvo-elfica, como diriam os nativos. Depois desta batalha, os dois lados aceitaram um tratado de paz, mais parecido com um trégua, pois atritos perduraram por muito tempo.
A raça se restaurou e alguns desta, partiram para Morgdan, se tornando uma força decisiva, na conservação do Tratado de Avalon, e do concílio, estes eram comandados por Kahei Borar, Azul como Aço, um representante desta raça, que hoje, ocupa, em parte, a posição de sir Astarck U.C.V., este já dominou várias campanhas separatistas e em prol da guerra.
Por Kahei Borar, Azul como Aço.





